Realizador

Luís Bicudo é natural da ilha do Faial, neto e bisneto de Baleeiros do Pico. Realizou o seu primeiro filme em 2006; graduou-se em Cinema em 2010; e desde aí tem participado como técnico em diversos filmes independentes, assim como projectos  amadores de teatro. Enquanto realizador, foi distinguido por cinco ocasiões, com dois dos seus filmes, com destaque para a curta-metragem documental, “A Banana do Pico”. “Baleias e Baleeiros” é a primeira longa-metragem que realiza na íntegra, em 2013, e que fala dos Baleeiros do Faial e do Pico, Açores.

Filmografia com exibição pública:

“Fotografia da Alma” (ficção) com a duração de 14 minutos. Formato mini-DV. 2006

Primeiro Prémio do Júri Faial Film Fest 2006.

Primeiro Prémio e selecção do concurso/mostra Labjovem 1º edição,  2007 (jovens criadores açoreanos)

“O fim” (ficção) com a duração de 6 minutos. Formato mini-DV. 2007

Selecção do júri para o Faial Film Fest 2008

“Ir ou não ir” (experimental), duração de 2 minutos. 2009

Selecção do júri para o Faial Film Fest 2009

“A vida na Cozinha” (experimental), duração de 9 minutos, HDV 2009

Selecção do júri para o Faial Film Fest 2009

selecção do concurso/mostra Labjovem 2ª edição, 2009 (jovens criadores açoreanos)

“A Banana do Pico” (Documentário), duração de 27 minutos, HDV 2010

Selecção do júri para o Faial Film Fest 2010

Panorama 5a Mostra de Documentário Português, 2011

Prémios PrimeirOlhar/Oficial, PrimeirOlhar/Ibertelco e PrimeirOlhar/IPJ nos XI Encontros de Viana, 2011

Primeiro Prémio e selecção do concurso/mostra Labjovem 3ª edição, 2012 (jovens criadores açoreanos)

“FUGIR” (Musical) 125 min, DVcam (ESTC) 2010

Exibição na Cinemateca, Museu do Cinema em Julho de 2010

“Depois do Choro” (Documentário), duração de 36 minutos, DV 2011

Selecção do júri para o Faial Film Fest 2011

Panorama 6a Mostra de Documentário Português, 2012

Exibição na Cinemateca, Museu do Cinema em Maio de 2012

4 thoughts on “Realizador

  1. Livro: “Os Dabney, Uma família americana nos Açores”, Maria Filomena Mónica, antologia elaborada a partir dos Anais coligidos por Roxana Dabney. Página 329, texto de Charles Willian Dabney:
    “Tendo concebido a ideia de que a caça à baleia seria um empreendimento digno de atenção destas ilhas, tomámos há quatro anos a iniciativa, equipando o brigue americano Harbinguer, comandado pelo capitão Francisco José Nunes da Silveira, da Ilha do Pico, com dois imediatos e dois timoneiros americanos, e o resto da tripulação constituída totalmente por naturais da ilha. Tiveram sorte. No ano seguinte, apenas o primeiro imediato e um moço eram americanos e todos os restantes (cerca de vinte) portugueses. Voltaram a ter sorte. No ano passado, equipámos um brigue escuna português, o “Pomona”, com o mesmo Silva no comando, oficiais e tripulantes todos portugueses e, note bem, com a mesma repartição dos ganhos que é costumeira nos navios baleeiros americanos, pelo que fica claro que o nosso único motivo foi defender os interesses da região. Desta vez, infelizmente, a sorte não os acompanhou, mas não estamos desencorajados e faremos outra tentativa, tendo fé em que os motivos dos nossos esforços possam obter a ajuda da Providência. O mesmo espírito levou-me a iniciar a construção de um barco com cerca de 92 pés de comprimento, não obstante os parcos recursos disponíveis para um empreendimento desta monta. Esperamos que honre a nossa ilha e sirva para mostrar o que aqui pode ser feito. Este é o espírito que invariavelmente nos tem animado e os bons resultados que porventura obtivemos devem-se inteiramente à integridade e assiduidade que sempre empregámos no cumprimentro dos nossos deveres” **.

    **
    “A partir de 1856, Charles William Dabney irá continuar a actividade baleeira com o brigue “Argo”. Seu filho, Samuel Willis Dabney, George Johnnot Oliver, o cunhado deste, e Anselmo Silveira da Silva (O capitão Anselmo, da Calheta de Nesquim, onde a armação se estabeleceu) fundariam em 1876 aquela que é conhecida como a primeira armação baleeira da ilha do Pico”

  2. Boa tarde,

    Gostava de entrar em contacto com o senhor Luís Bicudo, realizador do filme. Como será que consigo o seu e-mail?

    Obrigada

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