Artur Faidoca

Não cheguei a conhecer o meu bisavô, Artur Faidoca. Mas a minha avó conta-me dele, muitas e boas histórias. Foi baleeiro na Calheta do Nesquim, trancador. Foi também tocador, e gostava de ler e escrever. Aqui vai um dos seus versos:

O meu sonho é baleeiro

Passo a vida só a sonhar

Com um bote bem ligeiro

À vela no alto mar

Artur Faidoca (1905 – 1977)

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